segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A BANALIZAÇÃO DO ERRO - CARLOS HEITOR CONY

A BANALIZAÇÃO DO ERRO
24/01/2006
Não estou por dentro do assunto, mas leio nos jornais que há algum embaraço entre autoridades norte-americanas e o Google, questões não sei se técnicas, legais ou morais, mas há algum desconforto entre o quebra-galho eletrônico mais utilizado pelos internautas e os responsáveis pelo setor nos Estados Unidos.
Não tenho elementos --nem me interessa tê-los-- para dar opinião a respeito. Como qualquer usuário, recorro ao Google em determinados casos, mas confesso que com receio, mais do que receio, com remorso. Sei como é falho em suas informações, misturando nomes, datas, situações, fatos. Outro dia fiz uma consulta sobre mim mesmo, digitei meu nome por completo e recebi, entre várias informações corretas, uma centena de Carlos Heitor que nada tinham a ver comigo, inclusive um pai-de-santo no Maranhão e um dono de laboratório acho que aqui mesmo no Rio.
Se me atrevo a dar uma opinião sobre o Google, diria que, tal como nas boas enciclopédias, cada texto (ou verbete) deveria trazer o nome do autor que o escreveu, abonadas com a citação das fontes. Do jeito que está, simplesmente veiculado por uma sigla (Google), deixa de ser confiável. Torna-se até leviano.
Um colégio aqui do Rio fez uma espécie de concurso sobre os escritores cariocas e meu nome apareceu em diversos deles. Noventa e oito por cento dos alunos consultaram o Google e sem darem crédito à fonte, repetiram o mesmo erro que consta de uma de suas as páginas: atribuíram-me um livro de estréia que nunca publiquei nem escrevi.
A massificação das informações facilita este tipo de trabalho escolar, mas os erros são tantos e tamanhos que prejudica o aluno e a verdade.


Carlos Heitor Cony, 80, é membro do Conselho Editorial da Folha. Romancista e cronista, Cony foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2000. Escreve para a Folha Online às terças.


E-mail: cony@uol.com.br

J. MORA FUENTES - COMO UMA BREJEIRA ESCOLIASTA

Como uma brejeira escoliasta
- por J. L. Mora Fuentes para a revista Cult -

Deus? Uma superfície de gelo ancorada no riso.
"Com meus olhos de cão"
Hilda Hilst
      "Sou uma dessas máquinas que às vezes explodem. A intensidade de minhas emoções me faz tremer e rebentar de rir. "Nietzsche, carta para um amigo. O fragmento também poderia servir de epígrafe para Cascos e carícias, livro inédito de Hilda Hilst, que reúne as crônicas publicadas pelo "Caderno C" do jornal Correio Popular (Campinas, SP), no período de 1992-1995.
      Surgindo como resposta ao convite do editor Wilson Marini, os textos são lúcida irreverência, humor e crítica impiedosa das mofinezas humanas, bem como da comiseração pela fragilidade e desatinos da espécie. Aliando prosa e poesia para estampar o absurdo que partilhamos na matéria, a inquietante Hilda bombardeou, durante 62 contundentes semanas, a tradicional sociedade campinense com questionamentos essenciais, repletos de mordacidade, pungência e erudição. Talvez apenas um seleto grupo de nigromantes pudesse prever o alvoroço provocado. A resposta inflamada dos leitores, sua passionalidade defendendo ou criticando violentamente a escritora e os inúmeros debates que se seguiram mostraram o quanto a sociedade está sempre faminta de diálogo (Pois não é que os ventos mudaram? Há pouco tempo, esta modesta articulista estava a ponto de ser apedrejada como uma infeliz rameira lá da Galiléia. E não é que virei santa? Credo, Elias! Santo sofre, "Musa Cavendishi", 15 de fevereiro de 1993). A profusão de cartas serviria também para silenciar aqueles que, por praticidade e inexatidão, qualificam a autora de hermética.
      Distanciando-se propositadamente da análise política, preferindo ser porta-voz da indignação popular diante dos constantes desacertos e desmandos de nossos políticos (Tem sido mais fácil compreender Heidegger, Wittgenstein, sânscrito, copta, do que compreender explicações de ministros e quejandos, "Lama, Lhamas, Perus", 17 de maio de 1993), HH questiona o Ser Político, comentando o Brasil tramoso de escusos benefícios, das cifras astronômicas, dignas de um primeiro mundo, que engordam os bolsos de alguns dos nossos representantes, do desrespeito com a cidadania e das escabrosas realidades que deveriam pertencer exclusivamente à filmografia de José Mojica Marins (Há alguns dias, através da imprensa, soube que alguns encontraram, num monturo de lixo hospitalar, em Olinda, uma teta. E devoraram-na. Cuidai-vos, jovens senhoras, de exibir tetas e nádegas portentosas (...). Desgraçado País onde um povo famélico, esfarrapado, doente, encontra na podridão o seu guisado, "Presidente, abre o olho: Tão comendo gente!", 24 de abril de 1994).
      A autora descreve também a solidão e estranheza do poeta diante do comportamento humano, a perplexidade de pertencer à mesma espécie que abriga simultaneamente vilões, santos, heróis e demasiada truculência. Como nas suas demais obras, vamos encontrar aqui a indicação de que só através da pergunta e do exercício constante na busca do entendimento podemos pretender algum significado (Frente a frente com Deus, serei aquele amontoado de perguntas e já posso lhe ver a língua rosada, dourada, e perdigotos azuis roçando-nos com suas diminutas asas, "Para buchos e neurônios", 28 de novembro de 1993).
      Escritas após a publicação de sua trilogia erótica (O caderno rosa de Lori Lamby, Contos D'Escárnio/Textos grotescos, Cartas de um sedutor),num período de plena produtividade e pujança criativa (publicou os livros Bufólicas e Do Desejo, ambos de poesia, em 1992, Rútilo nada, prosa, em 1993, e Cantares do sem nome e de partidas, poesia, em 1995), talvez a importância maior das crônicas tenha sido a de expor o surpreendente Universo Hilstiano a um público bem mais vasto do que aquele dos seus tradicionais seguidores. Mérito que, sem dúvida, devemos exclusivamente ao veículo utilizado, o jornal, que independe da precária distribuição com que os livros dos nossos melhores escritores e poetas costumam ser brindados.
      Aos doutos que creditam o gênero como algo menor dentro da literatura, cabe realçar a rara singularidade da cronista e a evidência de que a qualidade da obra de arte é intrínseca aos atributos e refinamentos do universo de seu autor. Se o escritor fala sempre de si mesmo e das suas angústias, talvez na crônica, como simples narrador, distante das suas múltiplas personagens, possa nos informar melhor de si mesmo.
      Quando declinou de continuar com as crônicas, exausta da obrigatoriedade de dizer alguma coisa a alguém uma vez por semana e sentindo-se limitada pelo espaço jornalístico (Uma das coisas que mais me chateiam nisso de escrever crônicas é a quase obrigação de ser sempre pra cima, vivaz, alegrinha, "O arquiteto dessas armadilhas", 4 de outubro de 1993), Hilda Hilst já iniciava seu Estar sendo - Ter sido, ficção publicada em 1997 e que considera, ao menos até o momento, sua despedida literária. Não lhe pareceu compatível a convivência de tessituras e profundezas tão diferentes, como a que se pretendia na linguagem jornalística e a exigida pelo novo texto.
      Hilda Hilst pertence ao patamar dos grandes artistas, cuja essencialidade nos impõe o dever de preservar todos seus escritos. Não é surpresa, portanto, que a Unicamp tenha comprado, recentemente, seu arquivo particular. Da mesma forma, ao editar a totalidade das crônicas, a editora Nankin não apenas respeitou a vontade da autora, mas beneficiou o leitor com esse registro permanente.
      Sábia de requintes que nos permitem avançar no pouco-nada que intuímos de nós mesmos, Hilda desmascara sem pudor, seja com cascos, suaves garras, ríspidas carícias, nossos mais preciosos ícones. E assim revela nosso rosto verdadeiro.
(J. L. Mora Fuentes é escritor e jornalista.)

sábado, 13 de setembro de 2014

ARNALDO NISKIER - A CRÍTICA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

A CRÍTICA DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Arnaldo Niskier
Em palestra sobre a situação atual da Educação Básica no Brasil, realizada na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, alguns números chamaram a atenção dos conselheiros, levando-nos a uma reflexão mais aprofundada.
Temos hoje 60 milhões de alunos frequentando as escolas brasileiras, em todos os níveis. Cerca de 33% da população, o que representa uma quantidade expressiva. O ensino cresceu muito, nos últimos anos, sobretudo no fundamental. Mas quais são as perspectivas para o futuro? Como se trabalha a questão da qualidade?
Nas atuais circunstâncias, 70% da população das escolas públicas são crianças de famílias de baixa renda. Um em cada 10 brasileiros com mais de 15 anos ainda não sabe ler e escrever. Temos 1,8 milhão de jovens de 15 a 17 anos de idade fora da escola.
Nosso país, ainda com imensos vazios territoriais, perde substância demográfica na sua população dos 7 aos 14 anos de idade. Há uma diminuição clara nas taxas de natalidade. Estima-se que nossa população até 17 anos vá encolher em 7 milhões de habitantes, nos próximos dez anos, caindo de 58 milhões para 51 milhões. É um fator estratégico de grande relevo para os que projetam o futuro da educação brasileira. Precisamos de mais escolas e/ou mais e melhores professores?
O Brasil tem 197.468 escolas de ensino básico. Destas, 129.579 (65,62%) não têm bibliotecas, o que significa um total de 15.000.000 de alunos sem bibliotecas. Mas está na lei que, a partir de 2020, todas as escolas, públicas e particulares, deverão ter uma biblioteca. A meta é alcançar, no mínimo, um livro por aluno matriculado.
Melhorar a educação brasileira, de um modo geral, pode ser uma utopia? Depende, naturalmente, da existência de uma política séria, no setor, conduzida por pessoas competentes e desinteressadas de proveito pessoal ou político.  A boa escola deixará de ser uma utopia quando esse quadro se modificar. 
A pergunta que ficou igualmente no ar referiu-se à consolidação das nossas leis educacionais.  A LDB tornou-se uma bonita e colorida colcha de retalhos.  Só um gênio pode guardar de cabeça tantas e tão diversificadas normas, com um pormenor que deve ser mencionado: virou moda, como se fez no natimorto Plano Nacional de Educação, estabelecer metas exuberantes, para o futuro, como se tem feito sistematicamente com a erradicação do analfabetismo.  Se não ocorrer o que se prevê, a quem caberá a culpa?  Os autores da façanha estarão longe. 
Fala-se muito em gastos com a educação, expressão que deve ser condenada. Gasto é sinônimo de desperdício. Entendemos a educação como investimento. Assim ela deve ser compreendida.
Jornal do Commercio (RJ), 05/7/2013

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

ADMINHA - CARTA ESCRITA NO ANO DE 2070

CARTA ESCRITA NO ANO DE 2070
Por Adminha em Textos.
08 de julho de 2008 


Estamos no ano de 2070, acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo quando tinha 5 anos quando tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por cerca de uma hora. Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira. Agora devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água.
Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje as crianças não acreditam que a água era utilizada dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam Cuide da água, só que ninguém ligava; pensávamos que a água jamais podia acabar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mananciais aquíferos estão irreversivelmente, contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. 
A roupa é descartável, o que aumenta demasiadamente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque as redes de esgotos estão entupidas por falta de água.
A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozônio que os filtrava na atmosfera. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.
As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.
A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam com água potável em vez de salário. Os roubos, por um balde de água, são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética e pela ressiquidade da pele uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40. Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.
O governo até nos cobra pelo ar que respiramos. 137 m3 por dia por habitante e adulto. As pessoas que não podem pagar são retiradas das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar, não são de boa qualidade, mas pode-se respirar, mas a expectativa de vida média agora é de 35 anos.
Em alguns países ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo  rio que é fortemente vigiado pelo exército, a água tornou--se um tesouro muito cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui em troca, não há árvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se uma precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano têm sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX.
Advertia-se que havia que cuidar do meio ambiente e ninguém levou a sério.
Quando a minha filha me pede que conte de quando era jovem descrevo o quão belo eram os bosques, falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, o quão saudáveis eram as pessoas.
Ela pergunta-me:
- "Papai! Porque acabou a água?" Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não levamos em conta tantos avisos. Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.
Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto, quando ainda podíamos fazer algo para salvar o nosso planeta terra!

MARK PALMER - AJUDEM OS GOLFINHOS, ATRAVÉS DOS QUE SE DEDICAM A AJUDÁ-LOS!

JENNIFER GOES THE DISTANCE TO HELP DOLPHINS

September 10, 2014 by Mark Palmer, Save Japan Dolphins
Beaverton, Oregon resident Jennifer Wolfsong is taking “running for a cause” to new levels this weekend.
Wolfsong, 45, will combine her love of distance running with her passion for stopping the Japanese dolphin slaughter by taking part in the Pine to Palm 100-mile Endurance Run on Saturday, September 13. Wolfsong is raising money for Save Japan Dolphins, a non-profit organization devoted to stopping the dolphin slaughter that takes place every year in Taiji, Japan, as illustrated in the Oscar Winning documentary, The Cove.
“It’s something that people really need to be aware of,” Wolfsong said. “I believe if enough people know about this brutal practice, we can change it.”
The Pine to Palm is a 100-mile race that starts in Williams, traverses the Siskiyou Mountain range and ends in Ashland. With just four miles of pavement and a more than 20,000 feet of climb, the race is a challenge for anyone. Runners have 34 hours to complete the race.
Wolfsong began training for the race this past November, working up to running 50-to-70 miles a week with particularly long runs on weekends. In May she ran a 50K race and did a 50 mile race in July.
“I’m really excited, but I’m also super nervous,” Wolfsong said. “I’ve done some really long distances in the past and have learned from my mistakes, but I’m not sure what to expect with this run. But I’m not kidding myself, I know pain will be involved.”
Wolfsong previously raised $3,000 for Save Japan Dolphins by running 100K in 2012. 
From September to March, Taiji hunters herd dolphins into a small cove, capture the young ones to place in captivity and slaughter the rest.
To donate to this important cause, please click on the link below:

https://www.crowdrise.com/sjdevents/fundraiser/jenniferwolfsong
 
Jennifer is just one of many activists raising funds to help Save Japan Dolphins.  We thank her and her wish her the best on her 100 mile run!

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JÁ QUE O TEMA É SANGUINÁRIO E SE FALA DA BESTIALIDADE HUMANA - OUTRA DO MESMO QUILATE...

SEA SHEPHERD TO SHOW LIVE FOOTAGE FROM “THE COVE”
BY OF COURSE VEGAN on SEPTEMBER 2, 2013 • 7 )
Anyone can now follow live the slaughter in Taiji.

Sea Shepherd Conservation Society announced that their Cove Guardians are on the ground in Taiji, Japan for their fourth consecutive year documenting the slaughter of dolphins at the now infamous cove.
The annual six-month hunting season begins on September 1st, claiming the lives of thousands of dolphins each year. Those who are not killed are sold and transported for captivity.
Cove Guardian leader Melissa Sehgal and Cove Guardian Scott Cator have already arrived at the cove, and so has a police task force monitoring the Sea Shepherds. There are also already signs that the drive hunts, slaughter and dolphin trade for captivity are about to begin. The organization writes, “Preparations for the upcoming killing season have been observed throughout the town — tarps draped at the entrance to the Fisherman’s Union, banger poles painted and ready for mounting, and the killing floor of the butcher house ready to process dolphins.”
“Despite the telltale signs of the imminent slaughter, many remnants of the disgusting summer in Taiji remain, in particular a swim-with-the-dolphins experience that continues throughout the summer within the Cove. This program allows children to swim with the captive dolphins in the precise spot where the dolphins were ripped from their families,” they add.
Sea Shepherd says that they will have more presence than ever at the cove this year, “to document and expose the horrific dolphin slaughter in Taiji, ground zero of the captive dolphin trade.” Last year, the Cove Guardians streamed live from the cove during hunts and captures. This year they will be live streaming from the Sea Shepherd website, which they say will allow supporters to easily access the video from anywhere in the world.
If you want to see the cove through the eyes of the Cove Guardians, tune in tonight. At 5pm PT/8pm ET (August 30th 9am, Japan time), Melissa Sehgal will be live streaming a walking tour of Taiji. It can be watched here: http://livestream.seashepherd.org.
Source: Sea Shepherd


  
   
MAIS ESTUPIDEZ HUMANA, AGORA COM GOLFINHOS. O QUE PODEMOS FAZER? VAMOS FAZER ALGUMA COISA!
LEMBRAM DO ANTROPOCENTRISMO?
POIS É O HOMEM VAI DESTRUIR O ENTORNO, MAS ELE MESMO ESTÁ NO MEIO, ESTÁ SE DESTRUINDO.

ILHAS FAROE- MORTICÍNIO - VERGONHA MUNDIAL - IGNORÂNCIA ABSURDA - ESTUPIDEZ

E A SEDE DE SANGUE CONTINUA NAS ILHAS FAROÉ
Revista Ecológico | Mar de sangue
Em 27 de agosto, por volta de 14:00, outras 51 baleias-piloto foram massacradas nas Ilhas Ferozes. Desta vez, na aldeia Hvalvik , no leste da ilha Faroé, Streymoy, não muito longe da capital, Tórshavn. O nome significa Baía das Baleias, e 188 baleias-piloto foram mortas aqui, em maio de 2009. Felizmente, na noite do dia 26, a matança teria sido abortada em Suðuroy quando a escuridão caiu, caso contrário, os números de mortes seriam ainda maior.
Quando informamos sobre a temporada de matança sangrenta no início deste mês (Morte e sofrimento brutais; a atividade de sempre nas Ilhas Faroé) pedimos-lhe para escrever para as autoridades dinamarquesas.Como é a caça a baleias? | Superinteressante
Em 22 de agosto de 2013, Maria Padilla Arndt, mararn@um.dk, Assistente Cultural e Assessora de Imprensa do Consulado Geral da Dinamarca em Nova York, respondeu a um cidadão do mundo com o seguinte e-mail para defender o Grind. O e-mail é uma combinação de declarações apologistas padrão, e velhas mentiras. As respostas da Sea Shepherd são adicionados ao texto:
     
O Ministério das Relações Exteriores dinamarquês recebeu seu e-mail, onde você expressa seus sentimentos causados ​​por um e-mail que você recebeu contendo imagens de supostas mortes de golfinhos na Dinamarca. As fotos podem ter sido acompanhadas por comentários inflamados e enganosos, por exemplo, de que retratam um rito de passagem para os jovens. Tomamos nota do fato de que você encontrou as fotos acima mencionadas, e o texto que o acompanha, incomodando. As fotos são de capturas, não de golfinhos, mas de baleias-piloto nas Ilhas Faroe.
Sea Shepherd: As baleias-piloto estão atualmente classificadas na famíliaDelphindae e, portanto, são golfinhos. No final, eles são todos os cetáceos, mamíferos, seres sencientes inteligentes. Em 13 de agosto, 430 golfinhos-de-laterais-brancas-do-atlântico foram abatidos; golfinhos também são mortos nas Ilhas Faroé . Veja o seu próprio link: As baleias e baleeiros nas Ilhas Faroe (em inglês).
As imagens são muito seletivas, e em parte ultrapassadas.
Sea Shepherd: Não há fotos antigas sendo usadas ​​quando 1.085 golfinhos foram abatidos desde 21 de julho deste ano, e as filmagens dos banhos de sangue estão sendo amplamente difundidas na imprensa das Ilhas Faroé, e por cidadãos das Ilhas Faroé através da mídia social.
450 dolfijnen afgeslacht op Faroereilanden | Nieuws | AD.nl
ESSE É O FUTURO QUE QUEREMOS?
Como você parece estar interessado no assunto, recomenda-se encontrar mais informações sobre as unidades pesqueiras de baleias-piloto nas Ilhas Faroé, na página inicialhttp://www.whaling.fo. Na Wikipedia, a enciclopédia livre na internet, você também pode encontrar um artigo chamado “Atividade baleeira nas Ilhas Faroe” (em inglês).Morte e sofrimento brutais: a atividade de sempre nas Ilhas Faroé ...
Os fatos que você vai encontrar, incluem o seguinte:
A finalidade da caça é para produção de alimentos, Sea Shepherd:  a matança por alimento não é uma desculpa para a crueldade, da mesma forma que a necessidade de mão-de-obra não é uma desculpa para a escravidão. Além disso, as baleias-piloto são impróprias para a alimentação, como indicado no seu próprio link: Recomendação dietética sobre o consumo de carne e gordura de baleia-piloto (em inglês), e em: Moradores de Faroé são recomendados a parar de comer baleias ‘tóxicas’ (em inglês).
A caça é regulamentada pelas autoridades ,Sea Shepherd:Os regulamentos não funcionam, já que não existem repercussões para a negligência grosseira. Alguns exemplos de abandono estão listados neste artigo: Morte e sofrimento brutais; a atividade de sempre nas Ilhas Faroé. Se as investigações sobre crueldade fazem parte dos regulamentos, você pode nos enviar as publicações dos resultados que essas investigações apontam?
A caça é biologicamente sustentável ,Sea Shepherd: a IUCN lista a baleia-piloto como ‘dados insuficientes’. Você não pode falar em sustentabilidade se o número da população é desconhecido. A IUCN tem o seguinte a dizer sobre esta espécie : “As ameaças que podem causar quedas generalizadas incluem altos níveis de som antropogênico, sonares especialmente militares e levantamentos sísmicos, e por captura. Principais ameaças que podem causar quedas generalizadas incluem emaranhamento em redes de pesca e da pesca da lula. A combinação de eventuais quedas impulsionadas por estes fatores se acredita que é suficiente para uma redução global de 30% ao longo de três gerações (72 anos; Taylor et al., 2007) não pode ser excluída (critério A )”.
“Não há informações sobre as tendências mundiais em abundância. Existe pouca informação sobre as subpopulações dentro da espécie (Donovan et al., 1993)”.
Apenas a NAMMCO chama a captura de sustentável. Suas opiniões não são credíveis, já que essa organização foi fundada por nações baleeiras para proteger sua indústria a partir de esforços de conservação.
Mesmo que a captura venha a ser sustentável, isto não justifica a crueldade.
As autoridades das Ilhas Faroé estão fazendo esforços contínuos para melhorar os métodos de abate .
Sea Shepherd: Tortura não pede melhoria dos seus métodos e instrumentos, mas a sua cessação. Não há formas humanas para matar, uma baleia ou golfinho socialmente complexos e altamente inteligentes ou golfinho e isso em si é abusivo. Se em qualquer parte da Europa você abatesse uma vaca, porco ou frango da forma como estes golfinhos são abatidos, você iria acabar na cadeia.O mar de sangue nas Ilhas Faroé... de novo - MDig
As Ilhas Faroe são um arquipélago no Atlântico Nordeste. A economia das ilhas é fortemente dependente do mar e seus recursos vivos.
Sea Shepherd: As Ilhas Faroe não precisam matar golfinhos para a alimentação, já que o período de isolamento e dependência de recursos marítimos está muito distante de nós. Existe um alto padrão de vida nas ilhas, e os supermercados estão por toda parte .
As ilhas são um território autônomo dentro do Reino da Dinamarca. Assuntos sobre a indústria, a agricultura, o ambiente, a pesca e a caça, estão sujeitos à autonomia das Ilhas Faroé .
Sea Shepherd: O Ministério das Relações Exteriores dinamarquês não deve esconder-se atrás da autonomia das Ilhas Faroé em matéria comercial ou industrial. Foi a marinha dinamarquesa que apareceu quando os navios da Sea Shepherd visitaram as ilhas em 2010 e 2011. Subsídios dinamarqueses são uma importante fonte de renda para as Ilhas Faroé . Os ilhéus seriam independentes se eles foram capazes de manter as suas próprias calças. A Dinamarca auxilia financeiramente os matadores e pode, portanto, partilhar a responsabilidade e a vergonha também.
Esta é uma questão moral que afeta e mancha o Reino da Dinamarca.
Se você , depois de ter-se familiarizado com os fatos da matéria, caso deseje abordar as autoridades das Ilhas Faroé a respeito de caça de baleias-piloto, o endereço de e -mail do Governo das Ilhas Faroé é mfa@mfa.fo

Sea Shepherd: Por favor envie-lhes um e-mail educado para que eles saibam como você se sente sobre o abate.                Caça às baleias nas Ilhas Faroé, uma tradição ou um massacre ...   
Baleias-piloto mortas alinhadas e numeradas após um grind nas Ilhas Faroé. Foto: Sea Shepherd


Atenciosamente,
Maria Arndt
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MARIA PADILLA ARNDT / MARARN@UM.DK
ASSISTENTE CULTURAL e Assessora de Imprensa / Cultura , Imprensa e Diplomacia Pública
TELEFONE +1 (212) 705-4942 / CELULAR +1 (917) 362-8661
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