quarta-feira, 27 de novembro de 2019

FONTE: JOÃO BARCELLOS - OS MACACOS


OS MACACOS
FONTE: JOÃO BARCELLOS
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Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então substituíram um dos macacos por um novo.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e afinal o ultimo dos veteranos foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
"Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui".
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terça-feira, 26 de novembro de 2019

PROF. ALEXANDRE ALCANTARA - A TESE DO COELHO

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A TESE DO COELHO
RESPONSÁVEL: PROF. ALEXANDRE ALCANTARA
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Era um dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca com o notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali a raposa, e, viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar.

No entanto, ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
- Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
- Estou redigindo a minha tese de doutorado - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
- Hummmm... e qual é o tema da sua tese?
- Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas.
A raposa ficou indignada:
- Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
- Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouve-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.
Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.
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No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
- Olá, jovem coelhinho! O que o faz trabalhar tão arduamente?
- Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se conteve e farfalha de risos com a petulância do coelho.
- Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
- Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca?
O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte.
Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
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Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos.
Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes.
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MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo é o tema de sua tese;
2. Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;
3. Não importa se as suas experiências nunca cheguem a provar sua teoria;
4. Não importa nem mesmo se suas ideias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos...
5. O que importa é QUEM É O SEU PADRINHO.......
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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

ANÔNIMO - A HISTÓRIA DAS MOSCAS


A HISTÓRIA DAS MOSCAS
ANÔNIMO

PARTE 1
Contam que, certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente, assim logo ao cair, nadou até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e de se debater, e afundou…
Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se debater, a se debater por tanto tempo que, aos poucos, o leite ao redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu, com muito esforço, subir e dali levantar vôo para algum lugar seguro.
Durante anos, ouvimos esta primeira parte da história como um elogio à persistência que, sem dúvida, é uma habilidade que nos leva ao sucesso.
 
PARTE 2
Tempos depois a mosca tenaz, por descuido ou acidente caiu no copo. Começou a se debater, na esperança de que no devido tempo, se salvaria. Outra mosca passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:
– Tem um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo!
A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, e continuou a se debater, até que, exausta afundou no copo cheio de água.
“Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados até que afundamos na nossa própria falta de visão.”

CADA SITUAÇÃO TEM SUA PRÓPRIA SOLUÇÃO!

terça-feira, 19 de novembro de 2019

POR IWASHITA, SHOICHI - HOU YI A ORIGEM DO SOL

HOU YI E A ORIGEM DO SOL
POR SHOICHI IWASHITA
De repente, dez sóis surgiram no céu. Os sóis tinham uma mãe, a deusa Yi He (que não era Sol), que escolhia apenas um dos dez filhos para, numa carruagem de ouro, dar uma volta pelo céu. Só voltavam à noite. O passeio-rodízio iluminava a nossa Terra diariamente e os homens viam apenas um Sol. Durante milhões e milhões de anos foi assim. Um dia, os filhinhos sóis entediados e sem entender por que só podiam passear sozinhos sem a companhia uns dos outros resolveram se reunir. Discutiram e decidiram que amanhã seria um grande dia: o dia em que passeariam juntos. Amanheceu. Os DEZ subiram na carruagem de ouro. A mãe, ao ver a cena, desesperada, tentou impedir que os filhos travessos saíssem. Mas sem sucesso, chorou.
Ao se aproximar da Terra, que foi ficando cada vez mais vermelha e começou a arder em chamas com o calor excessivo, os sóis se alegraram. Achavam que a movimentação dos homens e animais correndo de um lado para o outro era um sinal de boas vindas e ficaram ainda mais alegres. O povo, desesperado, procurou o imperador que resolveu escrever um comunicado ao deus do leste, do reino de onde vinham os sóis. “Devido às travessuras de seus filhos, a Terra inteira está em chamas”, dizia a carta. “Se não tomares uma atitude, todos morreremos”. O deus do leste, entendendo a gravidade da situação, chamou Hou Yi, um hábil arqueiro, para que desse uma lição nos travessos. Deu a Hou Yi um arco vermelho e dez flechas brancas, mas avisou que o arqueiro deveria apenas dar um susto e não machucá-los.
Ao chegar com sua esposa na Terra, Hou Yi andou por vários lugares para verificar o estrago causado pelos sóis. Indignado com a alegria dos sóis, que pareciam não se importar com o sofrimento dos homens, o arqueiro pegou a primeira flecha, mirou em um dos sóis, e disparou. O povo ouviu o “chi” do disparo da flecha que sumiu. Quando todos já duvidavam da capacidade do arqueiro em atingir o sol com sua flecha, um dos sóis se transformou em uma nuvem negra, e (agora, vem a melhor parte:) caiu na terra como um corvo de três patas. Morto. A Terra refrescou um pouco.
Com a aclamação das pessoas, Hou Yi pegou a segunda flecha e disparou na direção de um sol que estava fugindo, assustado com a morte de seu irmão. Acertou mais uma vez. E o outro sol caiu na Terra, morto, estendido no chão, como um corvo de três patas. As pessoas celebravam a temperatura cada vez mais amena e, na empolgação, instigavam o arqueiro a disparar mais flechas. E assim, Hou Yi, disparou a terceira, a quarta, a quinta flecha, esquecendo completamente as recomendações do deus do leste. E sem errar o alvo, grande arqueiro que era, os sóis caíam na terra, mortos, como corvos de três patas.
Depois que disparou contra o nono sol, o imperador lembrou da importância do calor e da luz para a Terra e retirou a última flecha das costas do arqueiro, que não se lembrava de quantos sóis havia matado.
Terminada a chacina solar, Hou Yi que voltou para o palácio com o imperador, foi proibido de voltar para o céu por ter desrespeitado as ordens do deus do leste e, desde então, o único filho sol que restou, se levanta bem cedo para passear no céu retornando só à noite. E não falta um dia com medo de represálias.
MITOLOGIA CHINESA
Estátua do arqueiro Hou Yi, que ilustra esta história, na China. Imagem: Reprodução

FIM

ANONIMO - A ARTE DO SILÊNCIO


A ARTE DO SILÊNCIO
ANÓNIMO
Sabedoria hindu
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Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, processou o vizinho.
No tribunal, o vizinho disse ao juiz:
– Comentários não causam tanto mal…
E o juiz respondeu:
– Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel.
Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!
O vizinho obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
– Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
– Não posso fazer isso, meritíssimo! – respondeu o homem.
O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
– “Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.”

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sábado, 16 de novembro de 2019

ANÔNIMO - O QUADRO


O QUADRO
ANÔNIMO
CONTO 
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Um homem havia pintado um lindo quadro…
No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo…
Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, enfim, uma multidão.
Afinal, o pintor além de um grande artista, era também muito famoso.
Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro.
Houve caloroso aplauso…
Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa…
O Cristo parecia vivo.
Com ouvido junto à porta, ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discurso e elogios.
Todos admiravam aquela obra de arte.
Porém, um curioso observador, achou uma falha no quadro…
A porta não tinha fechadura.
E intrigado, foi perguntar ao artista…
– Sua porta não tem fechadura!
– Como se fará para abri-la?
– É assim mesmo. Respondeu-lhe o artista.
– Esta é a porta do coração humano… Só se abre pelo lado de dentro.
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ANÔNIMO - UMA LIÇÃO


UMA LIÇÃO
ANÔNIMO
CONTO HINDU
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Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares.
Numa sala, com 200 pessoas, ele perguntou:
– Quem quer esta nota de 20 dólares?”
Mãos começaram a se erguer. Ele disse:– Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto! Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:
– Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuaram erguidas.– Bom – ele disse – e se eu fizer isto? E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la. Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:
– E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permaneceram erguidas.
– Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela ainda valerá 20 dólares.
Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor ante o Universo. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. A nossa valia. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que SOMOS! Somos especiais….
VOCÊ é especial. Muito especial…. Jamais se esqueça disso!
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